
Luís Perdigão
Poeta
Poeta que habita a palavra como quem ocupa um palco: com o corpo inteiro. Entre a escrita e a oralidade, a sua poesia ganha vida no instante em que é dita. Natural da Amadora, cidade que ecoa no seu percurso e no seu imaginário, tem vindo a afirmar-se como uma das vozes mais singulares da poesia falada em Portugal.
Em 2017 foi Campeão Nacional de Poetry Slam, marco que abriu caminho para levar a sua poesia a novos públicos e palcos, participando em festivais, encontros literários, projetos artísticos e colaborações que cruzam linguagens e geografias.
Em 2018 publicou E se o futuro for hoje? (Ed. Autor). Integrou o projeto JAZZOPA, da Associação Sons da Lusofonia, criou, com Nuno Piteira, a performance 2700 Dias de Ferro, e participou em eventos como: Festival Iminente, Festa do Jazz (CCB), Lisboa Mistura, Poetry Slam World Cup (Paris), Festival 5L, Spoke’n’Word Festival (Varsóvia), Noites Modernas, Museum Night Fever (Bruxelas), KnowHate (Milão,Genk e Budapeste), Um Poema na Vila, Slam Fixe UAI (Brasil), Festival Calceteiros de Letras, Noites com Poemas, Cachupa Poética, Poemacto, Poesia Vadia, e TEDxIST. Integra ainda várias antologias, entre as quais Reconstituição Portuguesa (Companhia das Letras), obra que revisita criticamente a Constituição fascista de 1933.
Em 2026 lançou, pela editora Urutau, o seu segundo livro de poesia, Sou só som e uma língua em ecdise, um título que ecoa aquilo que a sua poesia procura ser: inquietação, corpo e som em permanente metamorfose.
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